Bem-vindo(a). Hoje é - Alta Floresta - MT

Juiz dá quinze dias para conclusão de novo laudo mental de homem que arrancou coração da tia

Nos siga no Instagram para receber as notícias em primeira mão!

O juiz Anderson Cadiotto,  2ª Vara Criminal da Comarca de Sorriso, deu quinze dias para que seja entregue novo laudo pericial atestando a insanidade mental de Lumar Costa da Silva, 30 anos, responsável por matar e arrancar o coração da própria tia, Maria Zélia da Silva Cosmos, 55 anos, no dia 02 de julho de 2019, no bairro Vila Bela, em Sorriso (420 quilômetros de Cuiabá).

O prazo foi dado no último dia 25 de outubro e, portanto, a resposta deve ser entregue até dia 10 de novembro, quarta-feira da próxima semana. “Aguarde em secretaria a conclusão do exame de insanidade mental, para tanto, oficie o médico perito, requisitando informações quanto à conclusão da perícia, fixando prazo de 15 (quinze) dias para a conclusão dos trabalhos e entrega do laudo pericial em juízo. Cumpra com a urgência que o caso requer”, diz a decisão.

O caso

Maria Zélia da Silva Cosmos, 55 anos, foi morta e teve seu coração arrancado na noite da última terça-feira (02), no bairro Vila Bela, em Sorriso (420 quilômetros de Cuiabá). O acusado de cometer o crime é seu próprio sobrinho, Lumar Costa da Silva, 28 anos. Além disto, o suspeito ainda tentou sequestrar uma menina de sete anos, mas acabou impedido por vizinhos.

Segundo as informações da Polícia Militar, o jovem foi até a casa de Patrícia Cosmos, filha de Maria e disse que havia matado a vítima, arrancado o seu coração e o colocado dentro de uma sacola plástica. A vítima teve o órgão arrancado enquanto ainda respirava.

Depois, o acusado ainda disse para a mulher que era apaixonado pela filha de Patrícia, de apenas sete anos e que iria levá-la com ele. Um vizinho percebeu a movimentação e impediu que a menina fosse sequestrada.

Momentos depois, o suspeito invadiu a subestação da Energisa, que fica próximo ao Corpo de Bombeiros e jogou o veículo contra os motores. Ele acabou preso pela Polícia Militar.

Fonte:Olhar Jurídico

COMPARTILHE!
WP Radio
WP Radio
OFFLINE LIVE